quinta-feira, 28 de agosto de 2008

G.C. - Resumo - Dinâmicas para GC: Como, porque e sobretudo porque não

Resumo do artigo de Gisela Kassoy Especialista em criatividade e inovação,
Mestranda na ECA/USP, Psicodramatista com formações em dinâmica de
grupos na PUC/SP e na sociedade brasileira de dinâmica de grupos e em
gestão da inovação na FGV/SP.
gisela@giselakassoy.com.br
Revista GC Brasil nº 2 - Dez 2006
Norcia, MBA Gestão de Projetos, GC.

Segundo Gisela Kassoy a aquisição de dados cresce exponencialmente quando existe o espírito para compartilhar, a iniciativa de solicitar ou fornecer dados e sem dúvida um sistema que gerencie os dados.
O exercício: através de uma dinâmica simples, de apontar hábitos ou habilidades entre os participantes, consegue-se respostas importantes sobre o compartilhamento de informações e a forma como gerenciam as mesmas.
Ela procura através das dinâmicas não só a compreensão racional, mas também o insight proveniente da vivência.

Segundo Kurt Lewin - pioneiro nas pesquisas sobre dinâmicas de grupos até hoje consagrado - o aprendizado entre adultos só ocorre de fato quando se processa em três canais: o Cognitivo, o dos Valores e o da Conduta. Segundo Lewin o canal Cognitivo é o do aprendizado racional, obtido por meio de informações e dados. O canal da Conduta envolve a prática. Valores abarca o nível emocional, o envolvimento, bem como a descoberta e renovação de nossas crenças e paradigmas. A porta de entrada para este último canal é a dinâmica de grupos.
Para Lewin, não importa onde o aprendizado inicia, e é mais interessante que ele comece onde houver mais receptividade.

Por outro lado, ao se analisar as dinâmicas sob a ótica do americano David Kolb – criador da Teoria da Aprendizagem Experencial, o processo de aprendizado se realiza em quatro etapas (Vivência, Observação, Conceituação e Experimentação), percebe-se que as dinâmicas também propiciam Vivências, só que metafóricas.

As dinâmicas sempre oferecem um cenário externo ao cotidiano dos participantes essa situação de estar fora da rotina se traduz em maior atenção dos participantes com um provável aumento do aprendizado. O importante para a fixação do aprendizado são: a observação e a conceituação que devem ser realizadas após a dinâmica. Há também a integração sócio-afetiva na convivência com o grupo que promove maior abertura para as trocas futuras.
É fundamental o alinhamento com as características de cada empresa antes da dinâmica procurando definir o perfil do Grupo, a cultura da Empresa, a receptividade as dinâmicas, o grau de exposição que as pessoas estão acostumadas, com o objetivo de viabilizar a dinâmica. Perfis psicológicos também devem ser considerados. O Center for Creative Leadership, por exemplo, acredita em quatro perfi s básicos, que são:
Realista: Pessoa que aprecia os dados e as informações, e é “pé no chão” e racional. Ela precisa entender a pertinência das dinâmicas. Aprecia exemplos concretos e foco em resultados (perfil de diretores de empresas, engenheiros e na área de finanças).
Estrutural: Valoriza a ordem, o controle e a precisão. Ele precisa de uma explanação sobre os
objetivos e especialmente sobre as etapas da dinâmica (perfil de pessoas que atuam em fábrica -nos diversos níveis - e técnicos em geral).
Afetivo: Preocupa-se com sentimentos, emoções, entusiasmo, prazer e principalmente pessoas. Adora movimento e compartilhar seus insights.(perfil mais encontrado junto às áreas de RH, marketing e vendas).
Visionário: Tem uma mente transformadora. Está sempre de olho no futuro e valoriza a iniciativa, a inovação e a fantasia. Tende a fazer tudo do seu jeito, e se dá bem com dinâmicas que envolvem desafios (perfil normalmente encontrado em P&D, marketing e estratégia).
A afirmação final da autora é muito importante: dinâmicas são prazerosas. E como é mais fácil obter dedicação daquilo que dá prazer, gera resultados

GC. - Resumo - Conhecimento gera transformação

Resumo do artigo de Paulo Clemen MBA Marketing – Instituto Coppead/UFRJ
pauloclemen@casadocliente.com.br
Norcia, MBA Gestão de Projetos, GC.


Segundo Paulo Clemen, a decisão de implantar a Gestão do Conhecimento gera seus efeitos imediatamente, sendo um caminho sem volta.
Não poderia ser diferente já que o capital intelectual hoje é reconhecido como um dos mais valiosos para as organizações. Esse é um caminho sem volta.

Clemen exemplifica sua afirmação através de sua experiência com a Casa do Cliente – Comunicação 360° - (
http://www.casadocliente.com.br/) que trata da comunicação empresarial há nove anos que têm como princípio a disseminação do conhecimento.
Tendo as Empresas pouco conhecimento dos frutos que podem ser gerados pela comunicação empresarial, tornou-se necessário dar entendimento dos seus resultados e impactos no meio organizacional.
Através de simpósios e workshops, com publicações impressas e virtuais foi geado o conhecimento sobre o negócio.
É importante salientar a movimentação tardia das empresas, diante das afirmações realizadas à partir da década de 80, que a grande mudança nas empresas seria realizada pelo exercício da Cidadania Corporativa e agora, 20 anos depois, o meio empresarial dá crédito ao fato de que o seu capital mais importante é o intelectual.

Em uma passagem do seu livro “Construindo o Futuro – O impacto global do
Novo paradigma – Pessoas, Empresas e Sociedades”, Paulo C. Moura (Editora
Mauad) destacou que “uma mensagem parece se impor a todos os ambientes: a força 34 Artigo 05 de trabalho não responde apenas ao simples incentivo econômico.

Ele acredita que o capital intelectual têm seu valor e reconhecimento, entretanto não deve ser armazenado, deve ser compartilhado permitindo colher resultados a curto e longo prazo, a Gestão do Conhecimento nos permite novos
olhares sobre a realidade e o cotidiano. Proporciona ainda um impulso latente de que podemos fazer diferente, e a total diferença no mundo organizacional.
Nosso mercado, apesar de novo, é extremamente dinâmico e vive hoje
a realidade de diversos setores com muito mais tempo de existência.
Atualmente, a Comunicação Empresarial se defronta com alguns conflitos: deixa de ser tática – a grosso modo, baseada em ferramentas, e passa a ser estratégica, voltada para os processos. Parte de cenários organizacionais simples para contextos cada vez mais complexos. Além disso, se as ferramentas passam
a ser conseqüência, as informações, idem. A construção de relacionamentos passa a ganhar fundamental importância para as empresas. Para garantir esta posição de destaque, entretanto, é preciso mensurar os resultados. Tornar
tangível aquilo que nunca foi percebido como investimento, mas, sim, como custo e despesa.
A opção pela Gestão do Conhecimento foi pela certeza da necessidade de resguardar e valorizar a “Memória Organizacional”. A parceria com uma empresa de consultoria (Gomes & Braga), permitiu o entendimento mais claro do que a Gestão do Conhecimento poderia nos proporcionar: transformar informação dispersa em um verdadeiro patrimônio de conhecimento e indo mais além, definir, com mais clareza, a Metodologia de Mensuração de Resultados – uma das principais demandas do mercado.
É importante salientar que eles praticam efetivamente o que sugere aos clientes. E, principalmente, medem resultados.

domingo, 24 de agosto de 2008

GC - Resumo - Uma vadiagem intelectual da parte de quem não entende de gestão de conhecimento.

Auricir, MBA Gestão de Projetos, GC.

Castro, Cláudio de M. Uma vadiagem intelectual da parte de quem não entende de gestão de conhecimento. Revista da Sociedade Braslieira de Gestão do Conhecimento, n°6. Novembro de 2006, 6-9.

O texto sugere uma visão da GC através dos olhos de uma pessoa que se auto-intitula como não perito em assuntos relacionados, porém baseia-se em fatos observados e sua própria intuição na exploração do tema.
O autor inicia seu relato lembrando que a dificuldade de armazenar o conhecimento adquirido pelo homem não é algo novo, fazendo menção sobre a própria Bíblia que foi escrita muito tempo após os acontecimentos nela descritos.
Após o advento da escrita os problemas de armazenagem de informações e conhecimento começaram a diminuir, seguido de significativa melhoria com o surgimento da imprensa.
Alguns séculos depois, a chegada do computador acompanhando o desenvolvimento tecnológico praticamente rompe com a dificuldade de armazenar informações.
Outro problema acaba surgindo à medida que guardar as informações se torna fácil a relativamente barato, é a recuperação da informação armazenada.
O excesso da armazenagem cria a crise da recuperação e reutilização.
Relata o autor que durante uma permanência em um hospital, deparou-se com situações nas quais as informações médicas armazenadas por instrumentos modernos, tornavam-se inutilizados pouco tempo após sua geração devido ao alto custo e dificuldade envolvidos na sua recuperação. Era mais viável (mais fácil, barato e rápido) re-gerar a regenerar.
Outro caso mencionado é o do mecanismo de consultas do Banco Mundial, que durante a criação do sistema, demasiada informação e sugestão acabaram por torná-lo congestionado e inchado, e sua leitura impossível.
Diante da situação o Banco Mundial foi obrigado a inutilizar o dispendioso sistema e centralizar as tomadas de decisão como sempre fizera.
Na opinião do autor, nada significativo foi criado até o momento no sentido de tratar os problemas e desatar os nós criados entre o excesso de informação (conhecimento tácito ou explícito) armazenado e sua recuperação e reutilização. Seu conhecimento é superficial sobre GC, mas o autor espera que esta venha sanar problemas tal como os relatados acima.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

GC - Resumo - Mapeando conhecimentos estratégicos para competitividade.

Auricir, MBA Gestão de Projetos, GC.

Costa, Marília D. ; Krucken, Lia ; Kappel, Sérgio. Mapeando conhecimentos estratégicos para a competitividade. Revista da Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento, n°3. Fevereiro de 2007, 13-16.

A era do fácil acesso à informação propicia a geração de conhecimento entre as pessoas e da mesma forma dentro das organizações.
A gestão do conhecimento permite de uma maneira eficaz e sistemática, armazenar, compartilhar, disseminar e reutilizar o conhecimento adquirido pela organização e revertê-lo a produtos e serviços.
O conhecimento pode ser, de uma maneira geral, classificado de duas formas de acordo com sua natureza: tácito ou explícito.
O conhecimento explícito é aquele que pode ser mapeado, registrado, interpretado e facilmente difundido.
O conhecimento tácito é aquele que se encontra concentrado em alguns indivíduos, resultante do acúmulo de experiência e observações. É difícil de ser traduzido ou capturado, dependem de valores, ideais e emoções individuais.
Um grande desafio portanto, é o da conversão do conhecimento tácito em conhecimento explícito.
O artigo apresenta e explana um modelo de representação do conhecimento na forma de mapas aplicados a empresas de base tecnológicas, proporcionando inovação, visão estratégica e vantagem competitiva.
Um exemplo é o Balanced Score Card – BSC, considerado como uma representação visual da estratégia que permite uma visualização em quatro perspectivas: financeira, do cliente, interna e de aprendizado e crescimento.
É relatado um programa de capacitação de empresários envolvendo 14 EBTs em Santa Catarina em 2005 com o objetivo de identificar indicadores para gestão do negócio, por meio de processo interativo e da troca de experiências.
Mapeando a cadeia produtiva, os fatores que afetam a competitividade e o alinhamento estratégico da organização na criação de valor (BSC), os empresários puderam aprofundar o entendimento e reavaliar os objetivos, missão e visão estratégica de cada negócio, o perfil e a segmentação dos produtos e serviços.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Compartilhe seu conhecimento

Rede de relacionamentos acadêmicos para troca de informação e conhecimento entre seus usuários.
Acesse. Cadastre-se e compartilhe seus conhecimentos.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

GC - Resumo - Web 2.0 Gestão do Conhecimento e Ética Informacional

Fabiane R Fernandes, MBA Gestão de Projetos, GC.

Resumo do artigo
Bastos, Jaime S. Yamassaki. Web 2.0 Gestão do Conhecimento. Revista da Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento e Ética Informacional. nº 05. Novembro de 2007, 26-30.

A sociedade digital foi elevada a um novo patamar, definido, primordialmente, pelo estágio tecnológico que vivenciamos hoje. É claro que ainda há muito a ser feito, mas a evolução das tecnologias de programação para internet colaborou muito para chegarmos a esse cenário, assim como a disseminação do acesso à rede em banda larga. Falamos, hoje, de um novo paradigma na internet: colaborativo e interativo.

Simplicidade, interatividade e colaboração. São essas as suas característicasmais marcantes. Como exemplo, basta analisar o crescimento dos sites baseados no conceito de redes sociais e de relacionamento. Para se ter uma idéia, segundo pesquisa do e-Marketer1, só nos Estados Unidos o investimento total de publicidade online em sites de redes sociais em 2007 será de 865 milhões de dólares.

O aspecto colaborativo em si também não surpreende. O alto nível de inovação atingido e de conhecimento viabilizado por meio da experiência colaborativa das comunidades de desenvolvimento de software livre, também na última década, é um exemplo claro desse aspecto.

O que vemos hoje é que essa forma deinteração colaborativa e espontânea acabou extrapolando o modelo de aplicação meramente empresarial ou setorial, e transcendeu para aveia do lazer e do entretenimento. E o mais notável: com uma velocidade espantosa. Basta observar a taxa de crescimento e a febre de utilização de sites como Orkut, YouTube, Digg, Wikipedia, LastFM, MySpace, Second Life, Flickr, blogs e fotologs em geral. Todos esses sites e serviços se baseiam nos princípios norteadores do que tem se chamado Web 2.0. Repleta de wikis, tags, feeds, podcasts, widgets, blogs e redes sociais, a Web 2.0 agrega diversas características que, de fato, a diferencia do paradigma anterior de internet. O usuário agora é o principal agente responsável pela interação e conteúdo nessa relação. Isso faz com que as pessoas que – espontaneamente – se vinculam a comunidades causem o tão desejado circulo virtuoso, ou seja, gerem conteúdo espontaneamente, que interessará e atrairá novos membros para a comunidade. Estes, por sua vez, gerarão novo conteúdo e incrementarão o conteúdo existente despertando, assim, a atenção de novos e antigos membros, levando a um nível maior de utilização, e assim por diante. E, como sabemos, quanto maior o número de membros da comunidade e o nível de atividade, mais valioso tende a ser o site ou serviço. É só nos lembrarmos da cifra bilionária pela qual o YouTube foi arrematado pelo Google.

Se, nos momentos e sites de lazer e entretenimento – que já tem seus modelos de negócios baseados nesse novo padrão de comportamento – estamos observando a colaboração espontânea funcionar, tornando os sites atrativos e viáveis economicamente, será que o cenário não estaria ficando mais favorável para a possibilidade de sucesso das iniciativas de Gestão do Conhecimento dentro do mundo corporativo? Ao perceber o beneficio de obter conteúdo realmente relevante em sites e comunidades, e julgá-lo útil ao seu propósito, o usuário experimenta a sensação de que uma cultura colaborativa realmente pode funcionar, e alimenta a possibilidade de aplicação dos mesmos conceitos e atitudes quando participa de comunidades dentro de seu ambiente corporativo e com finalidade profissional.

Se a questão da ética informacional já surgia no âmbito individual, ela é potencializada no mundo corporativo. As empresas precisam avaliar os riscos e efeitos do uso corporativo de informação ou conhecimento gerados comunitariamente (sem se esquecer de que o próprio cliente faz parte dessa cadeia produtiva). A definição de parâmetros, premissas e de uma visão compartilhada dentro da empresa é fundamental para minimizar os riscos nesse cenário.

GC - Resumo - Informação, Representação e Comunicação

Fabiane R Fernandes, MBA Gestão de Projetos, GC.

Resumo do artigo

Ribeiro, Cláudio José Silva. Informação, Representação e Comunicação: Os pilares para Web Semântica. Revista da Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento. nº 05. Novembro de 2007, 14-17.

Segundo o artigo da GCBrasil n°05 Informação, Representação e Comunicação: Os pilares para a Web Semântica, este tema é algo que vem sendo bastante discutido em congressos e academias. Com o crescimento intenso do uso da rede e cada vez mais pessoas tendo acesso, pesquisando e recebendo informações de maneira mais ágil, faz-se necessário a discussão sobre como melhor contextualizar o conjunto de informações disponíveis na Web, aumentando assim, a precisão dos resultados apresentados pelos mecanismos de busca.

A Web possibilita a reunião da diversidade de atividades e saberes da humanidade, além de facilitar o intercâmbio de dados e informações entre comunidade. Também foi na Web que as empresas encontraram a saída para reduzir custos de venda, logística e finanças, etc.

Os governos conseguiram trazer o cidadão para mais perto de seu processo de gestão, oferecendo grande quantidade de serviços. Porém, o que adianta tanta informação, se ela não for contextualizada, afim de satisfazer o usuário que busca determinada informação.

O uso de metainformação endereçada para recursos, é quesito de extrema relevância para o processo de comunicação. Este processo deve ser sustentado, também, por estratégias de redução da complexidade dos objetos que serão alvo de representação e comunicação.

A definição de um conjunto de características e símbolos, bem como o estabelecimento de regras para o registro das informações, são essenciais para evitar distorções na mensagem e no conjunto de metainformações apresentadas.

Ao tratar o tema Web Semântica, estamos tentando unir a “ciência do significado” com a Web e torna-se evidente a necessidade de estudar os aspectos de linguagem, metalinguagem, representação, para entender os processos de comunicação.

As questões sobre a representação e a elaboração de registros, sobre o objeto a ser representado, preocupação com a capacidade de registrar e sintetizar o objeto alvo de estudo são aspectos que carecem de estudo e pesquisa inter-transpolidisciplinares (MORIN, 2004).

Apoiado pelas questões filosóficas do entendimento do ser e das coisas do mundo, auxiliado pela inter-relação entre eles e a verdade, chega-se à essência do problema para concretização da comunicação com sucesso. O entendimento traz, como conseqüência natural, a necessidade de representação de informação, tendo em vista o processo de transmissão de informação e construção do conhecimento. Tanto os aportes da filosofia analítica, quanto o diálogo com a filosofia da linguagem podem trazer valiosas contribuições para o melhor desenvolvimento da Web Semântica.

A partir do sincronismo entre as questões será possível melhorar a fundação para desenvolver
novos estudos do tema Web Semântica.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

GC – Resumo - Construção Coletiva do Saber

Rui da Silva, MBA Gestão de Projetos, GC.

Resumo do artigo
Cassapo, F. Construção Coletiva do Saber. Alavancando valor por meio de redes de conhecimento. Revista da Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento. nº 04. Maio de 2007.

O mundo mudou drasticamente nos últimos 10 anos devido às transformações ocorridas no contexto sócio-econômico global em função da evolução tecnológica e da mutação econômica. Essa mudança teve como conseqüência alterações comportamentais e sociais das pessoas. A mola propulsora dessas alterações foi a Internet, que baseada no desenvolvimento tecnológico, propiciou o comércio eletrônico e a virtualização da economia, aproximando as pessoas e facilitando a transmissão do conhecimento entre os diversas níveis da sociedade.
Em face de esse novo contexto, as organizações se viram obrigadas a focarem a flexibilidade, rapidez nas respostas aos anseios dos clientes, foco estratégico e uso intensivo de conhecimento para se manterem competitivas e até mesmo para sobreviverem nesses novos tempos em que tudo parece estar conectado entre si.
Foram criadas as bases para a transformação do conhecimento implícito, tácito, em conhecimento explícito, como sugere a interpretação da “Espiral do Conhecimento”, dos pesquisadores Nonka e Takeuchi (1995)?
Por meio dessa tratativa, as experiências dos colaboradores podem ser armazenadas e deixadas à disposição para futuros usuários que delas necessitem.
Porém esse conhecimento explícito formulado não é conhecimento em si, e sim informação, que é a matéria prima do conhecimento, e só se transformará em conhecimento depois de adequadamente tratada. Além disso, para essa informação ser útil, é necessário que haja motivação por parte de quem dela se utilizar e facilidade de acesso.
Essa facilidade de utilização da informação pode ser conseguida através do fomento de redes dinâmicas, pelas organizações, que podem proporcionar a construção coletiva do saber e com isso mudar a própria empresa evoluindo de uma organização estática e de pouca atividade como as de antigamente para uma organização hiperconectada e dinâmica que é um novo conceito empresarial, mais alinhada com as perspectivas empresarias atuais.

GC – Resumo - Gestão do Relacionamento com a Mídia

Rui da Silva, MBA Gestão de Projetos, GC.

Resumo do artigo
Domingues, F. et. al. Gestão de Relacionamento com a Mídia. Um novo paradigma. Revista da Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento. nº 02. Novembro de 2006.


As empresas se relacionam com o seu público alvo através de suas ações de marketing que inclui também a mídia, porém a interface entre a empresa e a mídia, muitas vezes não recebe a devida atenção por parte das organizações pela falta de percepção do quanto isso poderia reverter em sua lucratividade.
Atualmente passamos por um momento de revolução da comunicação por conta do avanço das diversas tecnologias, entre elas a internet que massificou a informação e a faz permear pelos diversos níveis sociais.
As organizações de ponta passaram a se preocupar mais e a investir na mídia espontânea, como é chamada a abordagem gratuita de uma empresa em determinado veículo de comunicação, por esta gerar maior credibilidade e valor à organização. Como conseqüência dessa preocupação com a forma de como é vista, levou ao surgimento de uma estratégia de comunicação da imagem da empresa junto ao seu público com a finalidade de agregar valor à marca e aos produtos.
Conhecida como CRM – Customer Relationship Management, essa estratégia tem o objetivo de aumentar os ganhos da organização pela melhoria dos canais de comunicação com os clientes. Para Ramalho (2006), o uso inteligente e com visão estratégica do CRM é que deverá determinar o seu grau de sucesso dentro da organização, por isso é importante que a organização tenha uma visão estratégica muito clara da utilização desta ferramenta e tirar o seu melhor proveito.
Devido à velocidade com que as informações circulam, é essencial definir estratégias de comunicação que possam impactar positivamente a imagem da empresa junto aos jornalistas, que apesar de não serem o público alvo, são de vital importância para uma comunicação eficaz. As mídias tradicionais hoje concorrem com sites de notícias, os quais tiveram grande avanço na virada do milênio, e essa característica do ambiente da revolução da informação que estamos vivendo é comparável ao vivido durante a revolução industrial onde os impactos alteraram a vida das pessoas e se fazem sentir até os dias de hoje.
Por isso tudo é de fundamental importância que as organizações estabeleçam um relacionamento com a mídia de forma a atrair e fidelizar os jornalistas e com isso se posicionarem melhor no mercado. Esse é o paradigma a ser melhor assimilado.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

GC - Resumo - A gestão do conhecimento – O que há de mais humano na gestão


Luiz Fernando Arenas, MBA Gestão de Projetos, GC

Resumo do artigo
Figueiredo, Saulo . A gestão do conhecimento – O que há de mais humano na gestão. Revista GC BRASIL 2006, n° 01, 10 -13.


É comentado neste artigo que o conhecimento tácito é comparado a um iceberg, onde sómente 20 % dele fica acima do nível d’água e 80 % fica abaixo do mesmo, ou seja, o conhecimento tácito é pouco explorado pela organização o que pode gerar uma série de decisões erradas quando na ocupação uma eventual vaga na empresa.

Para o autor a locação errada de um colaborador em suas funções é de certa forma culpa da falta de conhecimento destes 80% restantes da GC, pois, coloca a pessoa no lugar e função errada. Os talentos são raramente descobertos e treinados no tempo certo. Outro problema é o desperdício de potencialidade interna contratando pessoal externo e gerando assim uma desmotivação generalizada na organização.

Só atitude sem o conhecimento pode ser trágico para a organização, pois, atitudes sem conhecimento leva a prejuízos materiais e intelectuais . Os dois, conhecimento e atitude tem que ser um casamento que dá certo.

Uma das grandes missões da GC é a "caça "de talentos esquecidos num canto da organização, onde o mesmo se bem utilizado pode trazer inúmeras vantagens para a mesma.
Uma outra missão da GC é ensinar nossos funcionários é aprender a pedir ajuda naquilo que não conhece e disseminar aquilo de ele sabe, pois assim as trocas de valores será enriquecedor para a organização e para os funcionários.

Se não houver disposição, motivação, empatia, propósito e atitude da melhor qualidade para aplicação generalizada dos conhecimentos, de nada valerá o saber ( Figueiredo, 2006 ).
Para o autor é de extrema importância e necessidade para uma empresa conhecer os outros 80% do conhecimento tácito de um colaborador , pois só assim a empresa terá pessoas certas nos lugares certos.

GC- Resumo :A importância dos gerentes na condução da gestão do conhecimento

Luiz Fernando Arenas, MBA Gestão de Projetos, GC

Resumo de Artigo

Nascimento, Frank Astor do . A importância dos gerentes na condução da gestão do conhecimento, Revista GC Brasil 2006 , edição n° 01, 14 – 17

Neste artigo é colocado em pauta o papel do gerente de pessoas como um condutor / facilitador da busca de talentos internos.

É comparado o papel das pessoas na época em que as industrias eram sómente produção e o que pesava era um funcionário experiente no que fazia e gerava alta produtividade versus o funcionário atual onde ele não só produz como também pensa em novas alternativas para melhora de seu trabalho.

É colocado em evidência o papel do gerente atual onde o mesmo tem ou não competência para avaliar os potenciais de seus funcionários e dar-lhes a oportunidade de crescimento não só do mesmo como da empresa.

É citado no artigo uma pesquisa realizada que buscou observar a relação entre o chefe e os funcionários , no que tange a nível de escolaridade e, observou-se que atualmente muitos gerentes não possuem uma escolaridade condizente com o nível hieraquico que ocupa e como ele poderá avaliar seu funcionários sendo que ele não tem o skill suficiente para tal , deixando assim de elencar grandes cabeças pensantes pelo fato do total desconhecimento de ferramentas para tal avaliação.

É colocado a importância da relação gerência e o papel fundamental que as Universidades exercem em sua formação para exercer tal papel dentro de uma empresa.