Luiz Fernando Arenas, MBA Gestão de Projetos, GC
Resumo do artigo
Figueiredo, Saulo . A gestão do conhecimento – O que há de mais humano na gestão. Revista GC BRASIL 2006, n° 01, 10 -13.
É comentado neste artigo que o conhecimento tácito é comparado a um iceberg, onde sómente 20 % dele fica acima do nível d’água e 80 % fica abaixo do mesmo, ou seja, o conhecimento tácito é pouco explorado pela organização o que pode gerar uma série de decisões erradas quando na ocupação uma eventual vaga na empresa.
Para o autor a locação errada de um colaborador em suas funções é de certa forma culpa da falta de conhecimento destes 80% restantes da GC, pois, coloca a pessoa no lugar e função errada. Os talentos são raramente descobertos e treinados no tempo certo. Outro problema é o desperdício de potencialidade interna contratando pessoal externo e gerando assim uma desmotivação generalizada na organização.
Só atitude sem o conhecimento pode ser trágico para a organização, pois, atitudes sem conhecimento leva a prejuízos materiais e intelectuais . Os dois, conhecimento e atitude tem que ser um casamento que dá certo.
Uma das grandes missões da GC é a "caça "de talentos esquecidos num canto da organização, onde o mesmo se bem utilizado pode trazer inúmeras vantagens para a mesma.
Uma outra missão da GC é ensinar nossos funcionários é aprender a pedir ajuda naquilo que não conhece e disseminar aquilo de ele sabe, pois assim as trocas de valores será enriquecedor para a organização e para os funcionários.
Se não houver disposição, motivação, empatia, propósito e atitude da melhor qualidade para aplicação generalizada dos conhecimentos, de nada valerá o saber ( Figueiredo, 2006 ).
Para o autor é de extrema importância e necessidade para uma empresa conhecer os outros 80% do conhecimento tácito de um colaborador , pois só assim a empresa terá pessoas certas nos lugares certos.
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